sexta-feira, 20 de maio de 2016

‘Minha Casa Minha Vida’ aumenta sob Dilma e nova prestação começa a vigorar sob Temer

A clientela mais pobre do ‘Minha Casa, Minha Vida’ terá uma desagradável surpresa. A partir de 1º de julho, os beneficiários do programa habitacional com renda familiar de até R$ 1,8 mil pagarão prestações mais caras. Nessa faixa, o valor mínimo mensal passará de R$ 25 para para R$ 80. Um salto de 220%. O valor máximo subirá de R$ 80 para R$ 270. Um salto ainda maior: 237,5%.

Reprodução


















A clientela mais pobre do ‘Minha Casa, Minha Vida’ terá uma desagradável surpresa. A partir de 1º de julho, os beneficiários do programa habitacional com renda familiar de até R$ 1,8 mil pagarão prestações mais caras. Nessa faixa, o valor mínimo mensal passará de R$ 25 para para R$ 80. Um salto de 220%. O valor máximo subirá de R$ 80 para R$ 270. Um salto ainda maior: 237,5%.
Na quarta-feira (11), o Senado se reúne para votar a admissibilidade do processo de impeachment. Confirmando-se a tendência de afastamento de Dilma Rousseff por até seis meses, os reajustes baixados por ela começarão a ser cobrados sob a presidência de Michel Temer. Farejando a oportunidade, Dilma joga na confusão. Difunde a tese segundo a qual Temer e seus auxiliares são inimigos do social.
Em um de seus últimos discursos Dilma falou numa cerimônia de entrega de casas em Santarém, no Pará. Suas palavras foram transmitidas simultaneamente para outras cidades onde houve distribuição de chaves —no Rio, em Minas, no Ceará e na Bahia. A presidente animou a plateia ao discorrer sobre cifras:
“Eu vou fazer uma pergunta: quem aqui pagava aluguel de até R$ 100,00? Ninguém. Até  R$ 200,00? Até R$ 300,00? Quem vivia de favor? Quem vivia em área de risco? Sabe quanto que vocês vão pagar no programa Minha Casa, Minha Vida, não só vocês aqui, mas o pessoal de todas as cidades? Entre R$ 25 e R$ 50. E vão ter a casa própria de vocês.”
Dilma não fez menção ao iminente reajuste no preço das prestações. Preferiu falar do “golpe” de que se julga vítima. Sem citar o nome de Temer, insinuou que, querem derrubá-la para “acabar, reduzir ou rever o Minha Casa, Minha Vida.” Perguntou: “Como é que uma pessoa que quer fazer isso resolve o problema dela?” Apressou-se em responder: “Faz uma eleição indireta e veste a eleição indireta com a roupa do impeachment…”
Uma semana antes desse discurso de Dilma, o Banco do Brasil, um dos agentes financeiros do programa habitacional do governo, começou a endereçar cartas para prefeituras que participam de empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida. Anotou:
“Cientes da importância do programa governamental Minha Casa, Minha vida —PMCMV—, vimos informar-lhe das alterações dos valores das prestações dos empreendimentos […], Faixa 1, a partir de 01/07/2016, conforme abaixo estabelecido através da portaria ministerial número 99 de 30/03/2016:
– Prestação mínima atual R$ 25,00 – a partir de 01/07/2016 R$ 80,00.
– Prestação máxima atual R$ 80,00 – a partir de 01/07/2016 R$ 270,00”
A carta reproduzida na imagem acima foi remetida pelo Banco do Brasil à prefeitura de Cruz das Almas, na Bahia. O prefeito da cidade, Ednaldo José Ribeiro, filiado ao PMDB de Michel Temer, abespinhou-se. Na última sexta-feira (6), um dia depois do discurso de Dilma no município de Santarém, ele enviou um ofício à agência do Banco do Brasil na cidade.
No texto, o prefeito disse ao banco que “o município de Cruz das Almas é veementemente contra o aumento de valor das prestações” dos empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida. Prometeu resistir: “Este ente público municipal cruzalmense tomará todas as medidas cabíveis para impedir o aumento abusivo .” Acrescentou que protocolará uma “representação no Ministério Público do Estado da Bahia.” Em carta aberta ao povo de sua cidade, o prefeito tomou distância dos reajustes. Declarou-se “indignado''.
Pioneiro da causa do impeachment, o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), do grupo de Michel Temer, acusa: “Dilma quebrou o país, destroçou os programas sociais e se faz de boazinha. Na verdade, é uma irresponsável. No Dia do Trabalhador, anunciou o benefício do Bolsa Família sem dizer de onde vai tirar o dinheiro. Isso ela alerdeia. O reajuste do Minha Casa, Minha Vida ela esconde. Vai deixar para o Michel um terreno minado.”
No início de janeiro, a presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, dissera que as prestações da faixa de menor renda do Minha Casa, MInha Vida seriam reajustadas em 2016. Não antecipou os percentuais. “Esse aumento da prestação está em linha com o crescimento da renda das pessoas e do [preço do] imóvel”, disse ela.
Submetidos à recessão e ao desemprego crescente, muitos brasileiros, depois de ouvir as palavras da presidente da Caixa, poderiam pedir para ir viver no país descrito por ela, seja onde for.
Todos sabem que, se pudesse, o governo evitaria reajustar a mensalidade das casas populares. Mas a inflação, a queda na arrecadação de impostos e o desmantelo das contas públicas cobram providências. A fonte do subsídio, mercê da ruína produzida sob Dilma, minguou. O que inquieta é a ausência de transparência e o excesso de empulhação.


segunda-feira, 9 de maio de 2016

Bovespa cai mais de 2% e dólar dispara após anulação do impeachment

Mercado reagiu com mau humor à decisão do presidente 

interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA)



A bolsa acelerou perdas nesta segunda-feira, com o Ibovespa chegando a cair mais de 3%, após notícias de que o presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), anulou o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Às 13:35, as perdas do Ibovespa o baixa perderam força, com queda de 2,08%, a 50.642 pontos.
No mercado de câmbio, o dólar chegou a saltar mais de 3%, a 3,62 reais, por volta das 12:20. Mais tarde, às 13h30, no entanto, a alta era de menor, de 1,36%, aos 3,55 reais. "Dólar sobe com a notícia que o presidente interino da câmara, Waldir Maranhão, atende o pedido da AGU e suspende o processo de impeachment", escreveram operadores a corretora Correparti em nota a clientes.
Mais cedo, o dólar avançava em relação a moedas de outros países emergentes após dados da China mostrarem que a exportações e importações do país caíram mais do que o esperado em abril, ressaltando a demanda fraca internamente e no exterior.
Maranhão suspendeu a sessão de votação do processo de impeachment contra a presidente Dilma na Casa citando "vícios" que a tornaram nula, e convocou nova sessão para votar o pedido de impedimento. O deputado disse ainda que já solicitou ao Senado que devolva o processo à Câmara e que a nova votação será realizada na prazo de cinco sessões após a devolução do processo pelo Senado.
Diante da surpresa, o mercado aguardava os próximos passos. Está marcada para esta quarta-feira a votação pelo Senado do afastamento temporário de Dilma e, caso seja aprovado, ela seria afastada do cargo por até 180 dias e o vice Michel Temer assumiria a Presidência interinamente. Temer já indicou o ex-presidente do BC Henrique Meirelles como seu ministro da Fazenda, o que tem agradado o mercado.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Bancada evangélica propõe lei que prevê impeachment de ministros do STF por “usurpação de poder”

Um projeto de lei proposto pelo deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) quer ampliar as circunstâncias em que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) podem ser enquadrados em processos de impeachment.
O PL 4754/16 quer estabelecer como crime de responsabilidade a usurpação de “competência do Poder Legislativo ou do Poder Executivo” por parte dos ministros do STF, quando estes interferirem em questões de âmbito dos poderes mencionados.
De acordo com informações do El País, o projeto de Cavalcante não é uma inovação, pois a lei 1079/50 – usada como principal esteio jurídico para o processo atualmente em curso contra Dilma Rousseff (PT) já prevê o impeachment dos ministros do STF, estipulando seis tipos de crime de responsabilidade passíveis de cassação do cargo.
A proposta de Cavalcante é acrescentar um sétimo tipo de crime: “Em nome da morosidade do Legislativo, eles acabaram tomando algumas decisões, como estão tomando, atualmente, no caso do julgamento sobre liberação do uso de drogas, do porte de drogas [para consumo próprio]. Esse é um dos assuntos que eu acho que não é atribuição do STF, assim como no caso da união homoafetiva”, pontuou o deputado, membro da bancada evangélica

Dentre os 23 parlamentares que assinaram o projeto, 18 são ligados a igrejas evangélicas, incluindo o presidente da bancada, João Campos (PRB-GO). Cavalcante, no entanto, descarta que seja um projeto de inspiração religiosa: “Não diria que pode haver um interesse apenas da bancada evangélica, mas de várias bancadas da Casa – tem ali [subscrição] de vários membros da bancada de segurança pública, devido à questão das drogas. E já que parte da imprensa intitula uma ‘bancada BBB’ [boi, bala e Bíblia], acho que ela não terá problema nenhum em assumir isso como uma bandeira”, afirmou, fazendo referência ao apelido dado ao grupo de deputados que representam interesses de pecuaristas, empresas de armas e grupos religiosos.
Cavalcante disse que sua proposta quer chamar a atenção do STF “para os perigos que ele possa estar correndo, sem percepção do risco, ao aumentar a sua competência”, e que assim, os ministros vão ter mais segurança para atuar em questões polêmicas: “Desta forma, ele vai poder repensar em alguns momentos os seus posicionamentos até que nós possamos pautar essa matéria da maneira mais abreviada possível. O impeachment é prioridade nesse momento, mas tão logo ele passe, vou trabalhar para que o projeto caminhe com celeridade e para que cheguemos a um texto equilibrado e que atenda à demanda do poder Legislativo”.

Agência Brasileira de Inteligência confirma alerta de ameaça do Estado Islâmico

Agência confirma que um membro do Estado Islâmico afirmou, por meio do Twitter, que Brasil é próximo alvo para um ataque

O Dia
Maxime Hauchard aparece em vídeos de decapitação. Abin confirmou a autenticidade do perfil
Reprodução/Twitter
Maxime Hauchard aparece em vídeos de decapitação. Abin confirmou a autenticidade do perfil
"Brasil, vocês são nosso próximo alvo. Podemos atacar esse País de merda”. A ameaça foi postada em novembro de 2015, em um perfil do Twitter que tinha como dono Maxime Hauchard, 22 anos. A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) afirmou, nesta quarta-feira (13), que o perfil realmente pertence ao terrorista francês que aparece em vídeos do Estado Islâmico decapitando sírios.
A mensagem foi postada uma semana após os atentados coordenados na França, que deixaram 129 mortos e dezenas de feridos. A conta na rede social do terrorista já foi suspensa. “Monitoramos e percebemos que o perfil realmente era do Maxime, um dos líderes do Estado Islâmico. A partir do momento da postagem houve uma maior intensidade nos discursos de agressividade dos autoproclamados seguidores do grupo terrorista no Brasil”, afirmou o diretor de Contraterrorismo da agência, Luiz Alberto Sallaberry, na Feira Internacional de Segurança que está sendo realizada no Rio de Janeiro.
“Maxime é uma espécie de garoto-propaganda do Estado Islâmico. Saiu de um vilarejo no interior da França para a Síria, aos 18 anos, onde se integrou ao terrorismo. É o segundo na linha de comando de decapitadores e gosta de dizer que estar no grupo “é como estar no Éden”, descreveu o diretor a uma plateia de especialistas em segurança.


Segundo Sallaberry, no Brasil há um crescente nível de pessoas que dizem ter feito o juramento ao califado do Estado Islâmico, ou seja, concordantes com um grupo que deturpou os princípios da religião islâmica e utiliza a violência para expandir seu domínio territorial.
“Quando uma pessoa faz o juramento ao califado e se torna autoproclamado ela está disposta a cometer qualquer atentado violento em nome do grupo. A ordem não precisa ser presencial, pode ser via internet”, disse Sallaberry.
Lobos Solitários
Os ataques dos chamados ‘lobos solitários’, pessoas que praticam ataques sozinhas, são a maior preocupação da agência para a Olimpíada no Rio de Janeiro. Dez delegações, entre elas dos Estados Unidos e Canadá, são classificadas pela agência com nível “muito alto” para ataques. O nível de ameaça da delegação brasileira é alto.
O monitoramento das redes sociais é uma das atividades da Abin para combater o terrorismo. Por razões de segurança, Sallaberry não divulga o número de pessoas que se dizem autoproclamadas e que são monitoradas.
Cursos para auxiliar na identificação de terroristas
Para melhor ilustrar seu discurso na Feira Internacional de Segurança, o diretor de Contraterrorismo da Agência Brasileira de Inteligência, Luiz Alberto Sallaberry, apresentou bandeiras do Brasil onde, em árabe, está escrito “Deus acima de tudo”, com símbolos do Estado Islâmico, postadas por pessoas monitoradas.
“Posso dizer que são de origem salafista sunita, comunidade que está ligada ao Estado Islâmico. Não estou dizendo que vai acontecer um atentado. Estou dizendo que é a primeira vez que a probabilidade aumentou sobremaneira no nosso país”, afirmou o diretor da agência.
Para evitar possíveis ataques, a Abin intensificou cursos com setores de hotelaria, taxistas e outras pessoas para que elas possam identificar possíveis alvos terroristas em território nacional. Além disso, faz constante intercâmbio com forças estrangeiras e internas. “O sucesso contra o terrorismo só é possível com cooperação. O terrorista é a ameaça sem rosto. Pode ser qualquer um”, afirmou em seu discurso.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Corpo do pastor Lazzarotto chega ao Brasil nesta quinta para ser sepultado em Barretos (SP)

Sepultamento se dará na sexta-feira 15 de abril na mesma cidade

No dia 02 de abril de 2016, aos 75 anos de vida, partiu para eternidade na cidade de Fort Myers - FL nos Estados Unidos, um dos personagens da história das Assembleias de Deus no estado de São Paulo, pastor Cristovam Lazzarotto.

Nascido em Campinas (SP) no ano de 1941, converteu-se ao evangelho no ano de 1957 na cidade do Rio de Janeiro aos 17 anos de idade quando já servia a Marinha do Brasil.

Conheceu sua esposa irmã Lícia Costa Lazzarotto (falecida) com quem conviveu 45 anos. Desta união nasceram quatro filhos, Suzane, casada com o pastor Natanael Santos, presidente da AD Ministério do Belém em José Bonifácio (SP); Lilia; Cristiane, casada com o pastor Vagner Josino da Silva, presidente da AD Ministério do Belém em Barretos e David.

Iniciou seu ministério no Rio de Janeiro em meados dos anos 60; foi consagrado ao Presbitério na Ilha do Governador (RJ) e ao Ministério em 1979 na AD em Ourinhos (SP), onde cooperou como vice-presidente do pastor Vicente Guedes Duarte. De Ourinhos foi indicado para assumir a AD Ministério do Belém em Presidente Epitácio (SP). Após três anos foi enviado à Missão no Paraguai onde permaneceu por seis anos, regressando ao Brasil em 1988.

Retornando da missão presidiu as Assembleias de Deus, sempre do Ministério do Belém no estado de São Paulo nas cidades de Mogi Mirim; Ribeirão Pires; Itararé e Barretos, onde jubilou no ano de 2006 passando a direção do rebanho ao seu genro, pastor Vagner. Além de conduzir milhares de crentes nas igrejas que presidiu, pastor Lazzarotto também fez parte da administração da Sede da Assembleia de Deus em São Paulo - Ministério do Belém onde cooperou como secretário adjunto.

Pastor Lazzarotto deixa filhos; genros; noras; netos; bisnetos e um legado de honradez, seriedade, fidelidade, honestidade e amor à família e o ministério que recebeu do Senhor Jesus.

VELÓRIO E SEPULTAMENTO:
Ao falecer pastor Cristovam Lazzarotto estava residindo com seu filho caçula nos Estados Unidos, porém a família decidiu sepultá-lo no Brasil em seu país de origem; para liberação e preparo do corpo foram necessários onze dias até a liberação que ocorreu nesta quarta, 13 de abril de 2016.

O velório se dará no templo-sede da Assembleia de Deus - Ministério do Belém - Campo de Barretos (SP), sito à Avenida 3, números 32X34, bairro Fortaleza a partir das 22h da próxima quinta (14); o sepultamento se dará na sexta-feira dia 15 as 10h no cemitério Jardim das Oliveiras localizado na Avenida 13, Centro.

domingo, 6 de março de 2016

Pastor Silas Malafaia incentiva cristãos a irem às ruas contra a corrupção no dia 13 de março

O próximo dia 13 de março será marcado por mais uma série de protestos contra o governo Dilma Rousseff (PT) e a corrupção no país, em diversas cidades de todos os estados. E o pastor Silas Malafaia resolveu vir a público para incentivar as manifestações.
Em um vídeo, o líder evangélico lembrou que se expressar contra os crimes que vem sendo descoberto com as investigações em curso, como as operações Lava-Jato e Zelotes, por exemplo, é um exercício de cidadania, e a Bíblia incentiva isso.
“Quero dizer pra vocês que o movimento é legal. Não tem nada de ilegal. Se você não quer ir, eu respeito. Se você quer ir, é direito [seu]”, afirmou o pastor.
Em recado a pastores e líderes evangélicos que tentam demover fiéis da ideia de protestar contra o governo, sob o argumento de que toda autoridade é constituída por Deus, Malafaia foi contundente: “Não venham aqui com falsa espiritualidade […] É uma omissão escondida em espiritualidade. Você é livre, você pode ir sim. Eu incentivo que você vá”, pontuou.
Assista:


Lula ladeira abaixo
Uma pesquisa do instituto Datafolha divulgada na última segunda-feira, 29 de fevereiro, mostrou que a rejeição ao ex-presidente alcançou novo patamar: 49% dos eleitores dizem que, em hipótese alguma, votariam em Lula em 2018.
O número é um reflexo dos escândalos de corrupção descobertos nos últimos anos, e das ligações, ainda não explicadas, de Lula com os empreiteiros e empresas que fazem parte do esquema criminoso.
O Datafolha destacou, inclusive, que a rejeição da população a Lula hoje é mais alta que a enfrentada por ele em 2005, quando o mensalão foi descoberto e investigado.

Marqueteiro da Dilma

Em um segundo vídeo, Malafaia fez um “alerta” sobre o que representa a prisão do publicitário João Santana, conhecido como o marqueteiro das campanhas presidenciais de Dilma Rousseff e Lula, ambos do PT.



Fonte Gnoticias gospel

Deputada apresenta projeto de lei para responsabilizar igrejas por crimes cometidos por fiéis

A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) apresentou um projeto de lei que quer responsabilizar as entidades religiosas por atos cometidos individualmente por seus membros, o que pode prejudicar as igrejas Católica e evangélicas.
No texto do PL 4371/16, Kokay – companheira política de Jean Wyllys (PSOL-RJ) – quer estabelecer “a responsabilidade civil de organizações religiosas por atos de intolerância religiosa praticados por fiéis”, criando uma jurisdição para punir igrejas em casos de atitudes isoladas protagonizadas por membros.
Atualmente o projeto está apensado ao PL 1089/2015, que tramita em regime de prioridade, segundo informações do site da Câmara dos Deputados.
No texto, a deputada Kokay justifica seu projeto afirmando que a inspiração para o projeto veio dos casos de agressões a templos e fiéis de religiões afro-brasileiras: “O Brasil tem vivido episódios inaceitáveis de intolerância religiosa. Não são raros os casos de vilipêndio a templos de religiões por indivíduos cujo fanatismo os impede de respeitar o direito fundamental alheio à liberdade religiosa. As vítimas são de todos os credos religiosos, inclusive aqueles que não tem credo algum. Seja como for, as estatísticas demonstram de forma cristalina e indubitável que os povos tradicionais de matriz africana são atualmente as maiores vítimas da intolerância”, diz a parlamentar.
O caso da menina candomblecista agredida no Rio de Janeiro e atribuído a evangélicos – sem nunca ter havido uma prova da religião professada pelos agressores – foi usado por Kokay como justificativa: “Dentre tantos atos de intolerância, um dos mais revoltantes diz respeito ao perpetrado contra uma criança de 11 anos, praticante de candomblé, a menina Kayllane Campos e outras sete pessoas; após deixarem o culto de candomblé foram atacadas por dois homens quando caminhavam pela avenida Meriti, na Vila da Penha, Rio de Janeiro. Os homens portavam Bíblias sob os braços passaram a insultar gritando ‘sai demônio, vão queimar no inferno’, em seguida lançaram pedras contra o grupo. Uma das pedras atingiu Kayllane que desmaiou. Os agressores fugiram. O fato ocorreu no dia 14 de junho de 2015”, relembrou a deputada, que repetiu as alegações veiculadas na mídia.
Se aprovado o projeto e sancionado pela presidente Dilma Rousseff (PT), a lei entraria em vigor imediatamente após a publicação no Diário Oficial da União.